O Hospital de Ottawam no Canada, está dirigindo um estudo incrível que pode ajudar pacientes com Parkinson, com a ajuda de um Oculus Rift.

A pesquisa, que usa um método chamado estimulação cerebral profunda, tem como objetivo tratar os sintomas através de um programa que força o paciente a exercitar o cérebro, também exercitando a parte que é afetada pela doença.

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Assim que os Oculus são colocados no paciente, ele vê algumas esferas com cores que alteram sua cor de acordo com o estímulo que é feito pelo pensamento. É possível alterar a cor para laranja, ao pensar em algo rígido ou azul, ao pensar em algo suave.

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Ainda é cedo para tirar conclusões, pois o estudo foi realizado com apenas 3 pessoas e está em fase inicial, mas é de se esperar avanço nos próximos anos.

Outro exemplo da utilização de realidade virtual em tratamentos, é um estudo que está sendo realizado em Londres, no Instituto de Psiquiatria, Psicologia, Neurociência do King’s College.

Nele, a realidade virtual está sendo usada para ajudar a tratar esquizofrenia, ansiedade, psicose e transtorno bipolar.

Basicamente, o paciente é colocado em uma situação controlada que age como um gatilho para seu problema, fazendo com que o psicólogo responsável possa entender melhor qual o problema e como abordá-lo da melhor forma.

Utilizar a realidade virtual pode ser uma solução completamente inovadora para problemas muito antigos.

Resta ver em quais campos mais teremos a mesma abordagem.

 

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